segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Imagem acessada em 13/01/2014 no link: https://www.facebook.com/photo.php? fbid=590539537623668&set=pb.467077746636515.-2207520000.1389649961.&type=3&theater
É o país dos extremos... Ora a Ditadura reprimia excessivamente, hoje a Democracia é uma "liberdade" atrevida. O país do "Tudo Pode" oprime a opinião alheia à insensatez dos que não respondem aos absurdos cometidos. Antes um filho sequer elevava os olhos para uma repreensão, hoje pode cometer qualquer tipo de delito rejeitando as leis que regem os demais cidadãos. E há quem concorde com isso, julgando que puni-los não resolverá tais absurdos. A tendência é ver quem bestializa mais, e eu pergunto o que virá depois dos "Rolezinhos"...?? Escrito por Gisele Rezende

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Uma dose de bom senso! Escrito por Gisele da Silva Rezende Fim de ano é época de confraternização quer seja com a família, na empresa ou com os amigos adquiridos ao longo de nossas vidas. Só que o que parece comum para alguns, é estranho para outros. Associar bebida alcóolica à toda comemoração para alegrar o momento, parece dizer que é insuportável dividir mais este instante com as pessoas que convivemos durante longos meses sem estar inconsciente. Aperitivar uma bebida destilada não obriga a ingerir todo o conteúdo da garrafa. Quem se mantém sóbrio, assiste cenas depreciativas à espécie humana considerada racional e nos faz refletir sobre o por que de tanto excesso. Temos uma sociedade construída sobre bases morais, que prevem o bem estar do coletivo, proporcionando assim uma vivência harmônica com o outro.. Mas quando nosso raciocínio é influenciado pelo alto nível de álcool no organismo, nosso comportamento fica comprometido e na maioria das vezes revela o que há de pior em nós. Aristóteles afirma que a felicidade é o maior bem humano, contudo, quando a nossa é obtida com a tristeza alheia, deixa o bem estar comum comprometido, e passa de uma alegria individual, para um mal estar coletivo. " Segundo MacIntyre, continuamos a usar muitas expressões com significado moral, mas perdemos a compreensão teórica e prática da moralidade". (BORGES, 2002, p. 58) Realmente temos a maior finalidade em comum: alcançar a felicidade, porém devemos adicionar a isto uma dose de bom senso! Referências: BORGES, Maria de Lourdes; DUTRA, Delamar Volpato; DALL´AGNOL, Darlei. Ética. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. 141 p. (o que você precisa saber sobre )

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Data máxima vênia Por: G.O Canarim Estive, na palestra com Marcelo Tas que a Faculdade ESUCRI “trouxe” para Criciúma, que aconteceu, ontem dia 12 de Dezembro no ginásio Municipal, em razão sabe-se la do que, ou de quem. Feito o lead, vamos as notas, em realidade creio eu que deva haver algum grande engenho que se escarnece da minha alfarrabice despretensiosa, minha esperança era tão somente assistir a palestra com o tal, vide o texto do ingresso que comprei como garantia. Mas perece que cada vez mais receber o que se compra, que devia ser um imperativo dos neo-liberais, se torna uma pletora invencível : Em primeiro a falta de tato da organização que nos pôs num chiqueiro plastico sobre uma lona, nos fez esperar por mais de 30 minutos pelo atraso de uma cerimonialista, me perdoem deve ser famosa por que eu não conheço, que alem da falta de respeito descarada em assumir que não sabia o programa da noite, errou os nomes das pessoas e das associações, mas pronunciou ãmrec num ótimo sotaque nova-yorkino, em segundo como se mais houvesse o que nos vilipendiar, iniciaram uma solenidade de formatura duma turma sei la eu o que seja, iniciativa institucional, com apoio da fapesc da secretaria estadual desenvolvimento e qualquer coisa, que não constava no ingresso e ninguém nos avisou, depois claro cada qual podestade teve sua sua ignara oportunidade de baloiçar o baculo do desrespeito na nossa cara. Esperamos mais de uma hora para então as 21: 20 lançarmos mão do resto de dignidade que tínhamos, e ouvirmos como o palestrante formou-se pela politécnica da USP, e quão bem sucedido tem sido desde então, passando por sua maravilhosa bolsa de estudos na New York University, e n’s outros trabalhos, programas de televisão, teatro, radio, e tudo o mais. E por ultimo, dado o devido respeito pela carreira do palestrante, pela instituição da ESUCRI, prefeitura do município de Nova Veneza, secretaria estadual do desenvolvimento, e a FAPESC, o evento foi um desastre, muito distou do que eu esperava, mas deve ser, muito provavelmente, por que minha expectativa de receber pelo que paguei, ou por aquilo que esta no rotulo, é muito ingenua num tempo como o nosso.
Notas sobre Os Desafios da Educação não-Ioschpiana Gustavo Ioschpe Por: G.O Canarim “Um fantasma ronda o mundo, é o fantasma do progresso.” Pude ter o desprazer de ouvir a palestra, leia-se: falaciosa falação, do Senhor Ischpe, no 23 de Novembro próximo passado, no auditório da ACIC, o evento parece ter acontecido em razão do “esforço” dos “dirigentes” em “melhorar” o nível da educação Criciumense, Catarinense, Brasileira, e se deixarmos eles salvarão o mundo também. Eu estive presente em razão do GEFOCS e da minha expectativa, sempre malbaratada, de que algum bom senso se manifestasse como um réstia de esperança para o presente e futuro do sistema de ensino, do qual eu faço parte e provavelmente farei por alguns anos ainda. Qual não foi minha surpresa de dar comigo a ouvir um “economista da educação” que muito se orgulha de sua “objetividade”, dos seus “dados quantificáveis”, seus gráficos de barras coloridas e suas referencias inexistentes e invisíveis. Durante a palestra Gustavo fez questão de salientar que sua pesquisa não estava de maneira nenhuma ligada ou relacionada com qualquer escola teórica ou com “o que fulano de tal disse sobre isso”, mas tinha como escopo aquilo que fosse quantificável no assunto educação. Por meio dessa ingenua premissa, da aparência cientifica, racional e objetiva, herdeira de um paradigma cartesiano cujo fruto maravilhoso é a nossa sociedade de campos de trabalho escravo ou análogo, ele pretendeu erguer-se como arúspice dalguma certeza séssil em relação a uma área cuja realidade ele patentemente mostra não entender quiça analisar, colocando-se em um lugar de onde não pode apontar, sugerir, muito menos predizer qualquer coisa. Alem disso ele não mostrou nenhuma novidade em relação ao tema com o seu bordão “a educação é um problema sistêmico”, ora Comenio já disse isso a mais de trezentos anos, o que mostrou, e me pareceu novidade em minha ingenuidade, foi o descaramento do monopólio que nem se da mais ao trabalho de escamotear o seu “telos” mergadorisador de tudo, explico, os grandessíssimos e excelentíssimos senhores gestores, diretores, presidentes, mandantes, mandatários seja o que for, realmente querem a toda proa enfunar as velas do seu empreendedorismo, crescimento econômico, progresso, com o folego vital do que chamam de “recursos humanos”, e temos de achar isso muito bom, felicitemo-nos pelo avanço técnico que nos vai proletarizar a todos. Desculpem- me se não consigo restar silente ante a tal vitupério, se me não calo frente a esse escarnio. Não há mesmo nenhum problema em por dinheiro e empenho na tecnocracia, no desenvolvimento técnico e tecnológico, é claro que isso traz condições objetivas mais elevadas e maiores níveis de consumo, mas considerar isso como melhor para a qualidade de vida é regredir ao discurso moderno da revolução cientifica que, malfadada, nunca chagou a realizar-se.

sábado, 30 de novembro de 2013

Um verdadeiro SUCESSO o I Seminário Interinstitucional de Matemática realizado na UNESC com a proposta Davidoviana. Parabéns a todos que contribuíram para socializar tais experiências tão importantes.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

"Como posso obter um conhecimento seguro e verdadeiro sobre as coisas do mundo?" O filósofo Imamnuel Kant já buscava resposta para esta pergunta no século XVIII. De maneira sui generis ele aponta que o indivíduo vem adquirindo uma insensibilidade tamanha para com o próximo, que preocupa o educador quanto ao seu trabalho em sala de aula. Vários autores independente da sua formação acadêmica, escreviam como forma de favorecer a reflexão. Mais uma vez a leitura d'O Processo de Franz Kafka proporcionou a publicação de um artigo na revista online do Curso de Direito da UNESC. Amicus Curiae
Neste sábado 30/11/2013 acontece o I Seminário Interinstitucional de Educação Matemática Escolar na Universidade do Extremo Sul Catarinense, organizada pelo grupo GPEMAC (Grupo de Pesquisa em Ensino e Aprendizagem da Matemática) e coordenado pelo grupo de estudos GEFOCS. Acreditamos que a experiência de ensino deva ser compartilhada e discutida de forma a contribuir coma reflexão constante da nossa prática profissional na sociedade. O evento acontece na unidade de Criciúma/ SC das 8hs às 17hs, e fica aqui o convite. Está preparado para avaliar sua prática?